Pelo Respeito à Lei e à Competência Técnica na Escolha dos Diretores da ANA

Carta Aberta 07/03/2025 A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) desempenha um papel estratégico e insubstituível na governança dos recursos hídricos e no estabelecimento de normas de referência para o saneamento básico no Brasil. No entanto, recentes indicações para sua Diretoria Colegiada, enviadas ao Senado Federal pelo Presidente da República, suscitam preocupações por desconsiderar princípios e determinações fundamentais estabelecidos na legislação – em especial a Lei n. 9.986, de 18 de julho de 2000, que dispõe sobre a gestão de recursos humanos das agências reguladoras. É fundamental que dirigentes da ANA possuam a qualificação técnica mínima exigida na lei, de modo a manter e a ampliar a credibilidade e a capacidade institucional da Agência. A nomeação de dirigentes para uma agência reguladora deve obrigatoriamente seguir critérios técnicos e legais rigorosos, sob risco de enfraquecer sua função regulatória e, no caso da ANA, comprometer a segurança hídrica do país e a qualidade de vida da população. As entidades signatárias originais desta carta — Associação dos Servidores da Agência Nacional de Águas (ASÁGUAS); Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS); Asociación Latinoamericana de Hidrologia Subterránea para el Desarrollo (ALHSUD); Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente e do Plano Especial de Cargos do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama (ASCEMA Nacional); Coalizão para a Proteção Permanente dos Rios (International Rivers); Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (FBOMS); Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH); Observatório das Águas (OGA BRASIL) e Sindicato Nacional dos Servidores das Agências Nacionais de Regulação (SINAGÊNCIAS) — reafirmam a necessidade de que essas indicações respeitem aos critérios legais (e, consequentemente, técnicos) necessários para a excelência na gestão. A ressonância causada nos setores de recursos hídricos e saneamento básico com as indicações para a Diretoria da ANA está clara na repercussão das matérias publicadas pela imprensa sobre esse tema (referenciadas ao final desta carta). A ampla cobertura jornalística reforça a preocupação generalizada com o futuro das águas do Brasil e a necessidade de uma gestão técnica e independente na ANA. A Lei n. 9.986/2000 estabelece critérios claros para a nomeação de diretores de agências reguladoras, exigindo experiência comprovada e conhecimento técnico no setor. Desse modo, preocupam indicações não atendem a essas exigências. A intensificação dos eventos climáticos extremos torna a missão da ANA, de contribuir para o acesso universal à água e ao saneamento básico e para o desenvolvimento sustentável do País, ainda mais complexa. O que exige uma diretoria com alta capacidade e qualificação técnica. A ANA não pode ser tratada como moeda de troca política. A ocupação de seus cargos deve ser pautada pelo compromisso público, pela experiência e pela competência técnica, e não por interesses alheios ao bem comum, conforme preconizado em lei. O país tem vivenciado crises hídricas graves e recorrentes nos últimos anos, e a solução passa por uma governança técnica, independente e baseada em ciência e na produção de informações robustas e confiáveis. Indicações sem o devido respaldo técnico representam um retrocesso e enfraquecem a credibilidade da instituição, comprometendo sua autonomia regulatória e capacidade de realização. Diante disso, recomendamos que sejam considerados na indicação para a Diretoria da ANA os nomes selecionados pelos próprios membros da instituição, após processo democrático liderado pela ASÁGUAS, que envolveu mais de 80% dos servidores, em dois turnos, e resultou em uma lista tríplice, formada por profissionais com notória liderança, experiência incontestável e profundo conhecimento sobre a gestão e a regulação dos recursos hídricos e sobre a elaboração de normas de referência para o setor de saneamento básico. Sem prejuízo de outros profissionais que podem e devem ser identificados, apresentamos, como exemplo de pessoas com capacidade para assumir a Diretoria, os servidores da ANA que compõe a lista tríplice da ASÁGUAS: Nazareno Araújo Mestre em Administração pela Universidade de Brasília – UNB com MBA em Planejamento, Orçamento e Gestão pela Fundação Getúlio Vargas – FGV. Servidor de carreira da ANA desde 2007, atualmente é Diretor Interino na Diretoria Colegiada da ANA. Entre 2018 e 2023 foi Secretário-Geral e Gerente-Geral de Estratégia. Coordenou projetos e programas na gestão estratégica, qualidade regulatória e aperfeiçoamento da governança corporativa. Liderou os diálogos políticos com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE e as alternativas para o aperfeiçoamento institucional voltadas à integração interna e com os demais entes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos – SINGREH. Sérgio Ayrimoraes Engenheiro civil, mestre em tecnologia ambiental e recursos hídricos (UnB) e doutorando em engenharia ambiental (UERJ), com mais de 25 anos de experiência profissional e acadêmica em saneamento, planejamento e gestão de recursos hídricos. Desde 2003, é especialista em regulação da ANA, foi superintendente de Planejamento de Recursos Hídricos (2013 a 2021) e, atualmente, coordena os planos energéticos e climáticos na Secretaria de Transição Energética do MME. É cofundador do Instituto Reúso de Água, professor de especialização em saneamento, coordenador da comissão técnica de planejamento e gestão de recursos hídricos da ABRHidro. É também conselheiro do Movimento+Água, do Pacto Global da ONU no Brasil, e da estratégia de monitoramento do ODS6 da UN Water, entidade que integra os esforços das Nações Unidas e das organizações internacionais que atuam na agenda da água e do saneamento. Renata Maranhão Engenheira Florestal e Mestre em Ciências Florestais pela Universidade de Brasília. Especialista em Gestão Pública e Direito Ambiental. Possui 21 anos de experiência na gestão pública com predominante atuação na formulação e implementação de políticas públicas voltadas à gestão ambiental e de recursos hídricos, mobilização, governança, capacitação e educação ambiental. Atuou 15 anos no Ministério do Meio Ambiente (MMA), onde exerceu o cargo de Diretora de Educação Ambiental na Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (2015 – 2019). Desde 2010, é servidora especialista em regulação e gestão de recursos hídricos e saneamento da ANA, onde atualmente ocupa o cargo de Superintendente Adjunta de Apoio ao SINGREH e às Agências Infranacionais de Saneamento. Nessa função, coordena iniciativas voltadas à governança e ao fortalecimento dos Comitês de Bacias Hidrográficas,

Carta Aberta

07/03/2025

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) desempenha um papel estratégico e insubstituível na governança dos recursos hídricos e no estabelecimento de normas de referência para o saneamento básico no Brasil.

No entanto, recentes indicações para sua Diretoria Colegiada, enviadas ao Senado Federal pelo Presidente da República, suscitam preocupações por desconsiderar princípios e determinações fundamentais estabelecidos na legislação – em especial a Lei n. 9.986, de 18 de julho de 2000, que dispõe sobre a gestão de recursos humanos das agências reguladoras. É fundamental que dirigentes da ANA possuam a qualificação técnica mínima exigida na lei, de modo a manter e a ampliar a credibilidade e a capacidade institucional da Agência.

A nomeação de dirigentes para uma agência reguladora deve obrigatoriamente seguir critérios técnicos e legais rigorosos, sob risco de enfraquecer sua função regulatória e, no caso da ANA, comprometer a segurança hídrica do país e a qualidade de vida da população. As entidades signatárias originais desta carta — Associação dos Servidores da Agência Nacional de Águas (ASÁGUAS); Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS); Asociación Latinoamericana de Hidrologia Subterránea para el Desarrollo (ALHSUD); Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente e do Plano Especial de Cargos do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama (ASCEMA Nacional); Coalizão para a Proteção Permanente dos Rios (International Rivers); Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (FBOMS); Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH); Observatório das Águas (OGA BRASIL) e Sindicato Nacional dos Servidores das Agências Nacionais de Regulação (SINAGÊNCIAS) — reafirmam a necessidade de que essas indicações respeitem aos critérios legais (e, consequentemente, técnicos) necessários para a excelência na gestão.

A ressonância causada nos setores de recursos hídricos e saneamento básico com as indicações para a Diretoria da ANA está clara na repercussão das matérias publicadas pela imprensa sobre esse tema (referenciadas ao final

desta carta). A ampla cobertura jornalística reforça a preocupação generalizada com o futuro das águas do Brasil e a necessidade de uma gestão técnica e independente na ANA.

A Lei n. 9.986/2000 estabelece critérios claros para a nomeação de diretores de agências reguladoras, exigindo experiência comprovada e conhecimento técnico no setor. Desse modo, preocupam indicações não atendem a essas exigências. A intensificação dos eventos climáticos extremos torna a missão da ANA, de contribuir para o acesso universal à água e ao saneamento básico e para o desenvolvimento sustentável do País, ainda mais complexa. O que exige uma diretoria com alta capacidade e qualificação técnica.

A ANA não pode ser tratada como moeda de troca política. A ocupação de seus cargos deve ser pautada pelo compromisso público, pela experiência e pela competência técnica, e não por interesses alheios ao bem comum, conforme preconizado em lei. O país tem vivenciado crises hídricas graves e recorrentes nos últimos anos, e a solução passa por uma governança técnica, independente e baseada em ciência e na produção de informações robustas e confiáveis. Indicações sem o devido respaldo técnico representam um retrocesso e enfraquecem a credibilidade da instituição, comprometendo sua autonomia regulatória e capacidade de realização.

Diante disso, recomendamos que sejam considerados na indicação para a Diretoria da ANA os nomes selecionados pelos próprios membros da instituição, após processo democrático liderado pela ASÁGUAS, que envolveu mais de 80% dos servidores, em dois turnos, e resultou em uma lista tríplice, formada por profissionais com notória liderança, experiência incontestável e profundo conhecimento sobre a gestão e a regulação dos recursos hídricos e sobre a elaboração de normas de referência para o setor de saneamento básico.

Sem prejuízo de outros profissionais que podem e devem ser identificados, apresentamos, como exemplo de pessoas com capacidade para assumir a Diretoria, os servidores da ANA que compõe a lista tríplice da ASÁGUAS:

Nazareno Araújo

Mestre em Administração pela Universidade de Brasília – UNB com MBA em Planejamento, Orçamento e Gestão pela Fundação Getúlio Vargas – FGV. Servidor de carreira da ANA desde 2007, atualmente é Diretor Interino na Diretoria Colegiada da ANA. Entre 2018 e 2023 foi Secretário-Geral e Gerente-Geral de Estratégia. Coordenou projetos e programas na gestão estratégica, qualidade regulatória e aperfeiçoamento da governança corporativa. Liderou os diálogos políticos com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE e as alternativas para o aperfeiçoamento institucional voltadas à integração interna e com os demais entes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos – SINGREH.

Sérgio Ayrimoraes

Engenheiro civil, mestre em tecnologia ambiental e recursos hídricos (UnB) e doutorando em engenharia ambiental (UERJ), com mais de 25 anos de experiência profissional e acadêmica em saneamento, planejamento e gestão de recursos hídricos. Desde 2003, é especialista em regulação da ANA, foi superintendente de Planejamento de Recursos Hídricos (2013 a 2021) e, atualmente, coordena os planos energéticos e climáticos na Secretaria de Transição Energética do MME. É cofundador do Instituto Reúso de Água, professor de especialização em saneamento, coordenador da comissão técnica de planejamento e gestão de recursos hídricos da ABRHidro. É também conselheiro do Movimento+Água, do Pacto Global da ONU no Brasil, e da estratégia de monitoramento do ODS6 da UN Water, entidade que integra os esforços das Nações Unidas e das organizações internacionais que atuam na agenda da água e do saneamento.

Renata Maranhão

Engenheira Florestal e Mestre em Ciências Florestais pela Universidade de Brasília. Especialista em Gestão Pública e Direito Ambiental. Possui 21 anos de experiência na gestão pública com predominante atuação na formulação e implementação de políticas públicas voltadas à gestão ambiental e de recursos hídricos, mobilização, governança, capacitação e educação ambiental. Atuou 15 anos no Ministério do Meio Ambiente (MMA), onde exerceu o cargo de Diretora de Educação Ambiental na Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (2015 – 2019). Desde 2010, é servidora especialista em regulação e gestão de recursos hídricos e saneamento da ANA, onde atualmente ocupa o cargo de Superintendente Adjunta de Apoio ao SINGREH e às Agências Infranacionais de Saneamento. Nessa função, coordena iniciativas voltadas à governança e ao fortalecimento dos Comitês de Bacias Hidrográficas, Órgãos Gestores Estaduais de Recursos Hídricos e Entidades Delegatárias, além de atuar na capacitação em recursos hídricos e saneamento e na implementação da Cobrança pela Uso da Água.

Desde a criação da ANA os seus servidores têm sido protagonistas na gestão das águas e no enfrentamento das principais crises hídricas no Brasil dos últimos anos, acumulando um conhecimento ímpar e sendo amplamente reconhecidos por sua competência técnica e capacidade de engajamento, social e político. Essa experiência é um diferencial incontestável e que deve ser valorizado. A escolha de diretores experientes e reconhecidamente comprometidos com a instituição e com uma regulação eficiente é fundamental para garantir a estabilidade e a segurança técnica e jurídica dos setores envolvidos. Como a agenda da água e do saneamento é transversal, o sucesso da ANA também é refletido no setor agropecuário, industrial, energético, de abastecimento público, de transportes, do turismo, dentre vários outros.

A força desta carta é evidente quando presenciamos a união inédita das principais entidades do setor que assinam este documento. Essas instiuições se juntam para destacar a importância de um processo justo, independente e técnico para a nomeação de diretores para a ANA. Esta convergência evidencia a necessidade urgente de reverter nomeações que não sigam as regras e os princípios apontados nesta Carta Aberta. A sociedade brasileira não pode aceitar retrocessos na gestão de um bem tão essencial como a água.

Apelamos ao Congresso Nacional e, em especial, aos membros da Comissão de Meio Ambiente do Senado Federal (CMA), para que: 1) rejeitem as indicações atuais que afrontem a Lei; e 2) assegurem que a Diretoria da ANA seja composta por profissionais verdadeiramente qualificados, garantindo uma agência técnica, forte e independente.

Assinam esta carta:

Associação dos Servidores da Agência Nacional de Águas (ASÁGUAS);

Mais de 90% do quadro de servidores efetivos da ANA é filiado à ASÁGUAS

www.asaguas.org.br

  • Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS)

A ABAS foi fundada em 1978. Congrega cerca de 1.000 associados espalhados por todo o Brasil. O principal objetivo é disseminar a importância da exploração racional de um recurso que a cada dia tem seu valor renovado, que é água subterrânea. 
www.abas.org

  • Asociación Latinoamericana de Hidrologia Subterránea para el Desarrollo (ALHSUD);

Associação Latino-Americana de Águas Subterrâneas, parceira institucional da ABAS.
www.instagram.com/alhsudchile/

·       Coalizão para a Proteção Permanente dos Rios;


Nasceu em 2020 reunindo várias  organizações  e instituições da sociedade civil e outros movimentos sociais que lutam há anos pela proteção dos rios brasileiros. O desejo é incidir em políticas públicas de proteção desses corpos indispensáveis para a manutenção dos
ecossistemas.
https://shorturl.at/Q2OrO  

·       Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente e do Plano Especial de Cargos do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama (ASCEMA Nacional)


Fundada em 2006 com o nome de Asibama Nacional, congrega e representa servidores públicos federais das Carreiras de Especialista em Meio Ambiente (CEMA) e do Plano Especial de Cargos do MMA e do Ibama (Pecma) instituídos pela Lei nº 10.410/2002 e pela Lei nº 11.358/2006, independente de futuras alterações legais de denominação ou vinculação de órgãos ou entidades federais da administração direta ou indireta nos quais
os servidores estejam lotados.

ascemanacional.org.br

  • Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (FBOMS);

  • Criado em 1990, com a missão: unificação entre as questões socioeconômicas e ambientais na busca de um desenvolvimento sustentável, com a finalidade de atingir uma sociedade mais justa, equitativa e ambientalmente correta

fboms.org.br

  • Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH);

  • É a instância colegiada formada pelo conjunto dos Comitês de Bacias Hidrográficas legalmente instituídos no âmbito do Sistema Nacional e dos Sistemas Estaduais de Recursos Hídricos existentes no território brasileiro, atualmente em número de 233.
    www.fncbh.org 
  • Observatório das Águas (OGA Brasil)

Atualmente 65 instituições e 25 pesquisadoras(es) fazem parte da rede do Observatório da Governança das Águas (OGA Brasil). Missão: Gerar, sistematizar e difundir informações das práticas de governança das águas pelos atores e instâncias do SINGREH, por meio do acompanhamento de suas ações.

  • Sindicato Nacional dos Servidores das Agências Nacionais de Regulação (SINAGÊNCIAS)

Um só sindicato, todas as vozes.
https://sinagencias.org.br/

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