Com a ferramenta de monitoramento construída, a partir de então o Observatório de Governança das Águas pode executar sua missão com parâmetros melhores e um acompanhamento mais eficiente.
Com a ferramenta de monitoramento construída, a partir de então o Observatório de Governança das Águas pode executar sua missão com parâmetros melhores e um acompanhamento mais eficiente.
Lançado em outubro de 2019 no XXI Encontro Nacional de Comitês de Bacias, realizado em Foz de Iguaçu (PR).
Aconteceu no dia 08 de julho e teve a aprovação do modelo de governança do Observatório de Governança das Águas Brasil, além da aprovação para a estrutura da Secretaria Executiva.
Construção de propostas para definir o modelo de governança e outros temas à cerca da construção do Observatório.
Aconteceu nos dias 25 e 26 de novembro, em Brasília. Foi discutida a necessidade de um maior planejamento para operar, financiar e gerir o Observatório para que este pudesse cumprir seus objetivos de forma efetiva.
Realizada em uma oficina nos dias 28 e 29 de maio de 2015 na FGV-SP, com a significativa participação de 70 atores da gestão de recursos hídricos, os quais validaram o Documento. Nesta mesma reunião foi discutida a organização de uma coleta de dados para mapeamento da gestão de recursos hídricos no país, denominado “Relatório Zero”.
Estruturou os próximos passos da construção do Observatório de Governança das Águas e incluiu a organização de um núcleo de trabalho. Uma pesquisa foi elaborada junto a 96 atores do SINGREH e ajudou na construção do Documento Base do Observatório de Governança das Águas.
Realizada em setembro, a oficina propôs uma gestão baseada em metas e indicadores, além de um sistema de monitoramento que contemple como pontos centrais o que se quer acompanhar. A partir dessas duas oficinas, foi construída uma proposta inicial de indicadores de governança das águas e apresentada na publicação “Governança dos Recursos Hídricos – propostas de indicadores para acompanhar sua implementação”.
Realizada em abril, o evento reuniu diversos atores da gestão de recursos hídricos para a definição de indicadores de boa governança das águas para fins de conservação, recuperação e garantia dos usos múltiplos dos recursos hídricos.
produzida pelo WWF Brasil através do Programa Água para a Vida, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas e com contribuição de dezenas de atores do SINGREH.
Deu origem a publicação do documento “Reflexões & Dicas”, que apresentou a necessidade de criar indicadores de monitoramento do SINGREH.
Marco definitivo para o estabelecimento de princípios, objetivos, instrumentos e a definição de um sistema de gerenciamento integrado, descentralizado e participativo dos recursos hídricos.
O Observatório se tornou uma referência no debate sobre políticas públicas relacionadas à gestão hídrica, sendo cada vez mais demandado por parceiros e pela rede a se posicionar e a ter uma atuação nesse sentido. Os posicionamentos do OGA no início da pandemia de Covid-19 e no debate público sobre a proposta do governo federal para criar um Novo Marco Hídrico tiveram relevância e repercussão. Essa atuação se dá de forma alinhada à missão do OGA e às diretrizes e metas apontados no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável No. 6.
Desde sua criação, o Observatório surge com um propósito inicial de monitorar a governança da política de recursos hídricos no Brasil. O Protocolo da Governança dos Recursos Hídricos é uma ferramenta para essa avaliação e monitoramento, desenvolvida pelo Observatório, e já conta com a adesão de 20 Comitês de Bacias Hidrográficas e o órgão gestor do Ceará, a COGERH